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Ao longo dos anos Hillsong mostra que não é um ministério de música qualquer, eles sabem que o que produzem se expande para o mundo inteiro e a cada álbum procuram impressionar a todos e conseguem chamar a atenção para si sempre que um novo álbum é lançado. A qualidade de suas canções é indiscutível mesmo que a levada musical venha tomando outro rumo. Glorious Ruins já começa com um oximoro, ou seja, seria ridículo procurarmos glória dentro dos escombros de um de ruína. Tendo como base que precisamos morrer primeiro cair em ruínas, e a vida gloriosa de Cristo apareça em nós. E é nesse pensamento que Hilsong lança o seu 22° álbum gravado ao vivo em Londres e Sidney, na versão comum com 12 faixas inéditas, DELUXE e DVD e aqui no Brasil lançado pela CanZion do Brasil, sob a nova administração.

Neste álbum podemos comentar sobre a completa ausência da influência de Darlene Zschech. Após tantos álbuns à frente, ela que fez Hillsong deixar de ser um ministério de música de uma igreja suburbana a nível internacional. A ausência de Zschech é definitivamente sentida aqui, caso você tenha a oportunidade de ouvir o seu novo álbum “Revealing Jesus” e comparar com este álbum perceberá quem sempre estava montando os repertórios. Sem Zschech à frente, os vocais são divididos entre os ministros locais como Reuben Morgan, Matt Crocker, Joel Houston, Jad Gillies, Ben Fielding, Jonathon Douglass, Annie Garratt e Dave Ware.

Fãs que amam as agitadas canções do grupo como “Running” ou “Salvation is Here” ou “Better Than Life gostarão da Always Will “Será Sempre” vem com intro de 1 minuto e faixa na sequência construído por synts modernos e uma batida dance inteligente pra dar aquela atmosfera de celebração que os álbuns do Hillsong tem essa capacidade de atrair o público e na letra diz: “Onde eu vou, Você vai, e nunca me deixará, Seu amor continua me perseguindo, ele sempre está, ele sempre estará”, bom demais começar o álbum com uma faixa assim. Faixas como Closer “Perto” e God Who Saves “Deus que salva” podem gerar grande afinidade com as canções modernas de adoração da atualidade.

Glorious Ruins “Ruínas Gloriosos”, a faixa-título, uma balada/ worship com guitarra simples na intro e alguns synths atmosféricos dão uma grandiosa nesta que deve trazer a essência do projeto por levar o nome do CD, canção composta por Matt Crocker e Joel Houston, na letra temos: “Que as ruínas ganhem vida/ Na beleza do Seu nome/ Se erguendo das cinzas/ Deus sempre reina”. Fala da ressurreição após tudo o que esperava na vida cair, tem um pouco a ver com a palavra em Ezequiel que Deus levantou um exército por meio dos ossos secos. We Glorify Your Name “Glorificamos Teu nome” é conduzida também por Reuben Morgan e escrita por ele mais Matt Maher, Chris Tomlin, Jason Ingram e Ed. É uma canção que pode ser cantada em todo o mundo. Assista “Glorious Ruins”

Na configuração pós Darlene, há uma ausência de solos femininos. Mesmo que Darlene não estava conduzindo a canção você sente aquela harmonia rica que dava aquele ar que só Darlene sabe empregar nas canções e acabou sendo a sua marca. Neste álbum temos Annie Garratt e Laura Toganivalu as representantes do sexo feminino. Garratt canta no último verso de Man of Sorrows “Homem de Dores”, com Jad Gillies composta por Matt Crocker e Brooke Ligertwood, uma letra bem escrita e a estrutura melódica grandiosa. Outra que Ligterwood co escreveu é: You crown the year “Você é o Coroado do Ano”, com Laura Toganival nos vocais. É uma celebração da bondade de Deus por todos os que se aproximam dEle com base no Salmo 65:11. No entanto, como Zschech, a voz de Ligertwood faz falta em um álbum do Hillsong. Assista “Man of Sorrows”.

O que se percebe é que este é um álbum onde as letras são as mais profundas lançadas pela igreja. Como disse acima pode assustar a musicalidade que a igreja emprega no álbum, mas poderíamos aguardar algo do tipo por conta do que o grupo jovem fez com o álbum “Zion” já poderíamos aguardar algo do tipo. No álbum encontraremos as melhores as que menos gostamos, o objetivo do álbum que é conduzir você a adoração eles conseguem tirar de letra.


hillsong_gloriousruins

Selo: Canzion Brasil
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Playlist: Always will | You never fail | Christ is Enough | Where the Spirit of the Lord is | Glorious Ruins | Closer | God Who Saves | To be like You | Man of Sorrows | We glorify Your name | You crown the year | Anchor

Ao longo dos anos Hillsong mostra que não é um ministério de música qualquer, eles sabem que o que produzem se expande para o mundo inteiro e a cada álbum procuram impressionar a todos e conseguem chamar a atenção para si sempre que um novo álbum é lançado. A qualidade de suas canções é indiscutível mesmo que a levada musical venha tomando outro rumo. Glorious Ruins já começa com um oximoro, ou seja, seria ridículo procurarmos glória dentro dos escombros de um de ruína. Tendo como base que precisamos morrer primeiro cair em ruínas, e a vida gloriosa de Cristo apareça em nós. E é nesse pensamento que Hilsong lança o seu 22° álbum gravado ao vivo em Londres e Sidney, na versão comum com 12 faixas inéditas, DELUXE e DVD e aqui no Brasil lançado pela CanZion do Brasil, sob a nova administração. Neste álbum podemos comentar sobre a completa ausência da influência de Darlene Zschech. Após tantos álbuns à frente, ela que fez Hillsong deixar de ser um ministério de música de uma igreja suburbana a nível internacional. A ausência de Zschech é definitivamente sentida aqui, caso você tenha a oportunidade de ouvir o seu novo álbum "Revealing Jesus" e comparar com este álbum perceberá quem sempre estava montando os repertórios. Sem Zschech à frente, os vocais são divididos entre os ministros locais como Reuben Morgan, Matt Crocker, Joel Houston, Jad Gillies, Ben Fielding, Jonathon Douglass, Annie Garratt e Dave Ware. Fãs que amam as agitadas canções do grupo como "Running" ou "Salvation is Here" ou "Better Than Life gostarão da Always Will "Será Sempre" vem com intro de 1 minuto e faixa na sequência construído por synts modernos e uma batida dance inteligente pra dar aquela atmosfera de celebração que os álbuns do Hillsong tem essa capacidade de atrair o público e na letra diz: "Onde eu vou, Você vai, e nunca me deixará, Seu amor continua me perseguindo, ele sempre está, ele sempre estará", bom demais começar o álbum com uma faixa assim. Faixas como Closer "Perto" e God Who Saves "Deus que salva" podem gerar grande afinidade com as canções modernas de adoração da atualidade. Glorious Ruins "Ruínas Gloriosos", a faixa-título, uma balada/ worship com guitarra simples na intro e alguns synths atmosféricos dão uma grandiosa nesta que deve trazer a essência do projeto por levar o nome do CD, canção composta por Matt Crocker e Joel Houston, na letra temos: "Que as ruínas ganhem vida/ Na beleza do Seu nome/ Se erguendo das cinzas/ Deus sempre reina". Fala da ressurreição após tudo o que esperava na vida cair, tem um pouco a ver com a palavra em Ezequiel que Deus levantou um exército por meio dos ossos secos. We Glorify Your Name "Glorificamos Teu nome" é conduzida também por Reuben Morgan e escrita por ele mais Matt Maher, Chris Tomlin, Jason Ingram e Ed. É uma canção que pode ser cantada em todo o mundo. Assista "Glorious Ruins" Na configuração pós Darlene, há uma…

CD Glorious Ruins - Hillsong Music Australia

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