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mathmaher_saintsandsinnersO mais recente álbum de Matt Maher, Saints and Sinners (Essentials), recebeu colaboração de muitos feras da música como Bear de NEEDTOBREATHE, Bo Rinehart, Jon Foreman – vocalista do Switchfoot, o cantor e compositor Thad Cockrell e The Vespers. Em uma recente entrevista, Matt falou sobre os seus colaboradores, suas influências e o encontro com Taylor Swift na noite de entrega do GRAMMY em Nashville. Aqui está o que o líder de música/ cantor / compositor / premiado falou sobre álbum.

Rich Mullins: Uma das minhas maiores influências foi Rich Mullins. Rich, acredito que, como compositor ele tinha muito respeito na comunidade de compositores, sua banda era composta por pessoas que não estavam na bolha cristã. Eu acho que o Rich, em alguns aspectos, foi motivado pelo Evangelho onde Jesus basicamente tomou um bando de caras comuns e fez algo com eles.

NEEDTOBREATHE: Quando eu consegui conhecer os caras do Needtobreathe… Tinha em meu coração algo especial por eles, gostaria que a Igreja pudesse encontrar uma maneira de comemorar mais suas conquistas, por termos uma banda como eles. Quero dizer, para uma banda lançar um álbum e, em seguida, abrir um show para uma das maiores estrelas do país, Taylor Swift, é bastante surpreendente. Os conheci em um festival cristão e seu gerente de turnê na época disse algo como, “Ei, acho que esses caras beneficiariam muito em sair com você em turnê”. Eu não estava pensando, Oh, como [posso] manipular isso por benefício a minha própria carreira? Estava só pensando, como posso ser uma pessoa autêntica e apoiá-los apenas como seres humanos e, em seguida, também como irmãos na fé? E acontecer também de ser um grande fã.

Switchfoot (e “Meant To Live”) Me lembro onde foi a primeira vez que ouvi a música deles, estava em um drive-thru Starbucks há duas milhas da igreja em que trabalhei e servi por 13 anos, e ao ouvir esta canção. E a única coisa que eu poderia compará-la foi quando ouvi pela primeira vez Jars of Clay ou a primeira vez que ouvi “Jesus Freak” do dcTalk. Foi uma sentimento de tio, wow, isto é próximo nível.

Jon Foreman: Por alguma razão, acredito que Jon passou um tipo de pessoa como se fosse um santo no sentido de que aqui está um cara que tem um apelo universal como artista e aqui está este santo que tem um apelo universal como um ser humano; ambos têm sido defensores da paz. Então, obviamente, Switchfoot sempre usa a sua plataforma pra falar sobre a paz e promover uma relação menos combativa entre a Igreja e o mundo.

Thad Cockrell: Thad e eu nos conhecemos há alguns anos, e simplesmente estamos conectados em um nível acima da média. Eu pensei que ele era apenas um cara incrível com um coração bom e, obviamente, um músico insanamente talentoso”.

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Paul Moak [que co-produziu Saints and Sinners]: “Só quis ajudá-lo a se tornar a melhor versão de si mesmo e expressar-se da forma mais autêntica possível”. Acredito que um grande produtor obedece um artista e diz: “Tem sido um verdadeiro processo de crescimento tanto para nós ao longo destes anos, o que de certa forma também significa aprender a discutir. Com esse álbum, lutei aqui e ali em algumas coisas, que foi realmente muito, muito grande. É saudável, você sabia disso?”

Mark Hall: Acredito particularmente no mundo cristão, mas neste mundo cristão mesmo meio que transformamos artistas em pastores; e eu não sei necessariamente se essa é a melhor coisa do mundo para a Igreja. Acho que são dois papéis distintos. Acho que, ocasionalmente, um pastor pode ter uma boa voz, ser pastor e escrever boas canções. Eu acho que Mark Hall do Casting Crowns é um grande exemplo disso, mas não acredito que todo mundo está destinado a ser um Mark Hall. E eu acho que a Igreja [pensa] que nós somos tolos. Se exigimos um jovem de 22 anos em ter o mesmo nível de maturidade como um homem de 45 anos, com quatro filhos [e] uma hipoteca, não há apenas um problema.

math_taylorTaylor Swift: É uma artista incrível… Sua capacidade de dar atenção às pessoas que estão ao seu redor é notável. Ela é muito, muito, mas muito empenhada e envolvida com cada pessoa que fala com ela. [Na festa do GRAMMY®] Eu a olhava mais do ponto de vista profissional, estava curioso em ver como ela funcionava no ambiente; porque eu já estive em outras ocasiões como esta, onde você está em pé na sala e você vê aquela pessoa tão conhecida e tão acessível, focada e envolvida [com] todas as pessoas que a abordaram. A maioria das pessoas não pensam sobre isso, ter de caminhar em uma sala de 150-200 pessoas e ter que parar para tirar fotos e conversar com, pelo menos, metade da sala e ser amável com todas as pessoas sem acepção e isso torna muito significativo para quem a aborda. É um presente real. Eu a aplaudo por isso. Eu entendi ali. Eu entendo por que ela é uma grande artista.”

Você consegue baixar o CD do cantor no iTunes.

Fonte: The Sound Opinion